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Palavra do Fundador
O que a gente faz conta!


valdir

A fundação da Associação Viva e Deixe Viver, em 1997, só foi possível graças ao apoio de vários cidadãos, imbuídos do desejo de melhorar o processo de comunicação com um público muito especial: crianças e adolescentes, muitos deles afastados do convívio familiar, escolar e da comunidade.

Constantemente impactado pela mídia, o ser humano muitas vezes é tratado como objeto. Torna-se cada vez mais urgente disseminar a causa da humanização em todos os níveis e sabemos que a educação é a salvação tanto para a saúde como para o meio ambiente. No entanto, o que fazer se nossos governantes preferem trabalhar a sua imagem em detrimento daquilo que o povo necessita? Precisamos de lutadores que resgatem os princípios básicos do ser humano: fome, doença, aquecimento, desnutrição, educação, preservação e sustentabilidade.

Ao longo desses 12 anos, constatamos, por meio de pesquisas e avaliações constantes, que contar histórias pode ajudar na educação, no emocional e na comunicação. Neste processo, o contador de histórias figura como um agente transformador, tal como os antigos nômades que ao redor da fogueira contavam suas histórias. Contribuir com a causa do Viva é uma forma de prestar uma ação social mais profissional e menos assistencial.

Mas, como traduzir a questão da compaixão? Acreditamos que devemos investir numa promessa poderosa que resgate o emocional criando condições ideais para o bem estar de quem oferece e de quem recebe, que traz dentro de si a responsabilidade e o desejo de criar um ambiente de segurança e tranquilidade em relação ao futuro para as pessoas. A Associação Viva e Deixe Viver atua em várias frentes, mas através de um pilar fundamental: a contação de histórias. O primeiro passo é nos apropriarmos não só desta atividade, de contar história, mas de seus benefícios.

Queremos consolidar a nossa atuação com a seguinte proposta: "O Viva é uma causa que tem como objetivo criar condições para a felicidade dos diferentes públicos que compõem a sua atividade - recebedores, doadores e financiadores - através da arte de contar histórias, interferindo e melhorando a relação entre as pessoas e a sociedade".

Forte abraço,
Valdir Cimino
Núcleo AYTY


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