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Sua empresa também pode investir em
Responsabilidade Social e Sustentabilidade

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Ao apoiar os projetos de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da Associação Viva e Deixe Viver, as empresas estão contribuindo para que mais voluntários sejam treinados e capacitados a contar história a crianças e adolescentes hospitalizados. Além disso, a empresa pode contar com todos os benefícios da parceria, desde retorno de imagem até ações e programas desenvolvidos internamente, junto aos seus colaboradores.

Nestes últimos dezesseis anos, nossos voluntários contadores de história já atenderam mais de 525 mil crianças e adolescentes internados, em mais de 80 hospitais que visitam semanalmente, por duas horas.

Trabalhamos com dedicação e seriedade para desenvolvermos com êxito nosso compromisso para uma Saúde mais justa e uma Educação melhor.

Investimos em ações de Humanização em Saúde, para que exista uma gestão mais participativa nos hospitais, um acolhimento aos pacientes e também um maior cuidado com os profissionais da saúde.
 

Desenvolvemos projetos culturais que também são incentivados por leis de incentivo fiscal, podendo ser o valor do investimento deduzido do imposto de renda devido ou do ICMS.

 

 

 

Faça parte desta história!

Para maiores informações ligue: 11 3081–6343



Plano Anual

O plano anual garante a continuidade e ampliação do trabalho da Associação Viva e Deixe Viver no que se refere à atuação dos voluntários contadores de histórias para crianças e adolescentes hospitalizados, promovendo a arte de contar histórias como método de humanização e fomento à leitura, a arte e o brincar. Contempla o processo de seleção e treinamento de novos voluntários, ensino continuado dos voluntários atuantes e gestão do diário do contador de histórias presente em 82 hospitais no Brasil.


Domingueiras

A Domingueira de Histórias é um evento gratuito que acontece um domingo por mês, onde crianças e adultos se divertem com histórias contadas por especialistas na arte de contar histórias, capazes de fazer o público se sentir parte das fábulas e contos. Baseando-se no modelo de evento da Virada Cultural que acontece na cidade de São Paulo, a Virada da História será uma experiência de 24 horas de contação de histórias na sede da Associação Viva e Deixe Viver, um modelo de evento alternativo e que se enquadra muito bem ao ritmo da cidade de São Paulo.


História Convida

Encontros de Autor e Contador de Histórias na Escola/Bibliotecas.
De forma lúdica e teatral, o contador de histórias encenará a história de um livro escolhido em parceria com a escola publica ou privada, sempre com a intenção de valorizar os personagens que representam nossa cultura e através disso, demonstrar o quão primoroso e fantasioso po


Rota do chef

Uma proposta inovadora e que irá fomentar a leitura de livros. Será realizado em lugares inusitados, como restaurantes da cidade de São Paulo e também será uma forma de fortalecer institucionalmente o trabalho da Associação para diferentes públicos.
Rota Literária do Chef é um projeto realizado em parceria com 6 restaurantes da cidade de São Paulo localizados em diferentes regiões da cidade e tem como dinâmica a escolha dos clientes pelo prato ‘Sugestão do Chef’, que contribui com a Associação Viva e Deixe Viver.
Ao final de sua refeição, o cliente leva gratuitamente um mini-livro da Coleção A Melhor História I, uma coleção de seis títulos infanto juvenis que trabalha valores humanos (amizade, respeito à diversidade, importância da higiene, alimentação, entre outros), de forma divertida e estimulando o gosto pela leitura.
Serão produzidos cerca de 1.000 exemplares de cada título, totalizando 6.000 exemplares.
O projeto contempla a produção dos livros, a logística da distribuição dos mesmos e materiais de divulgação nos restaurantes.


Sacola Literária

A principal ferramenta do Contador de Histórias é o livro infanto-juvenil, por isso é necessário ampliar não somente o acervo de livros da biblioteca da própria Associação que se encontra na sede e ao qual os contadores têm acesso e podem retirá-los para consulta e ampliação de repertório. Da mesma forma, é preciso ampliar o acervo e a circulação de livros dentro dos próprios hospitais, facilitando o acesso aos livros, tanto dos voluntários, quanto das crianças e adolescentes.
A Sacola Literária, é uma ação que possibilita uma maior diversificação de histórias a serem apresentadas pelos contadores e principalmente uma maior circulação de livros pelos ambientes hospitalares.
Em 2012 foi realizada a primeira edição do projeto com o incentivo do Ministério da Cultura tendo um sucesso a distribuição dos livros. Em 2013 o projeto teve continuidade com a aquisição de mais títulos, possibilitando uma maior diversificação de livros lidos.
Em 2014 serão produzidas 100 novas sacolas, uma para cada hospital onde a Associação atua pelo país, cada uma irá conter cerca de 20 livros infanto-juvenis diferentes.


Contação de Histórias e Brincar em Shoppings

O Centro de Contação de Histórias é uma iniciativa da Associação Viva e Deixe Viver para promoção de difusão cultural. É um projeto de sustentabilidade, aprovado pelo Ministério da Cultura que prevê a preparação e o suporte à ação dos voluntários contadores de histórias em hospitais, o gerenciamento da entidade e ações voltadas à sociedade na área da cultura. Assim sendo, apresentamos proposta para apresentação de contadores de histórias em Shopping Center de São Paulo.


Teia Viva

Um circuito cultural na cidade de São Paulo onde serão realizadas 10 atividades ludo educadoras abrangendo a Arte de Contar Histórias e que se repetirão pelo menos 3 vezes ao longo do dia, possibilitando o intercâmbio dos participantes pelas oficinas.
Cada participante terá a oportunidade de participar de pelo menos 3 atividades dentre as 10 oferecidas.
A temática de cada uma das atividades deste encontro será baseada em nomes de autores de obras literárias. Ao final de cada oficina o participante receberá um livreto com dicas e apoio para replicação das atividades realizadas durante o encontro.


Tekobé

Em 2007 a Associação Viva e Deixe Viver passou a conviver com pacientes infantis que ganharam a adolescência, e entre uma história e outra demonstraram coragem, persistência, e muita inteligência para reivindicar que a ambiência da saúde pudesse também ser um espaço de cultura, informação, arte e lazer. “É direito do paciente receber atendimentos humanos, atenciosos e respeitosos por parte dos profissionais de saúde de todas as disciplinas; o local de atendimento deve ser digno e adequado para um bom e eficaz atendimento” Através de pesquisa (*) desenvolvida junto a profissionais de saúde e pacientes adolescentes portadores de doenças crônicas, nasce o projeto “TEKOBÉ – Dá Licença que vou à vida”, em prol de uma medicina da adolescência mais valorizada em nosso país.


Viva Humanização

Em 2001, ano internacional do Voluntário, a Associação Viva e Deixe Viver recebeu o convite do Centro de Voluntariado de São Paulo, do Instituto Brasil Voluntário-Faça Parte e da Prefeitura de New York, City/USA, para participar do comitê responsável pela organização da programação das comemorações deste movimento mundial, promovido pelo programa de Voluntários das Nações unidas (VNU), pela Rede Brasil Voluntário e pelo Programa das Nações unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
O Viva, por acreditar na causa da humanização, difunde uma nova postura e atitude dos profissionais de saúde e da sociedade atendida. Resultando na diminuição do tempo de internação, o aumento da produtividade das instituições de saúde, a melhoria dos processos de relacionamento do profissional com o paciente e a observância dos direitos dos pacientes e seus familiares.


Workshop

Por meio da parceria com o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, a Associação Viva e Deixe Viver realiza desde 2007 o Workshop “A Descoberta do Brincar e o Contar Histórias na Saúde Mental”, evento educativo e cultural que oferece aos participantes atividades lúdicas de capacitação na arte da contação de histórias e do brincar que complementam o desenvolvimento de pacientes com transtornos mentais.
O workshop surgiu a partir de uma pesquisa (*) que demonstrou resultados favoráveis a partir da percepção dos pais com relação a coordenação motora, intelectual e afetiva.
A pesquisa também apontou para a importância da necessidade de preparar os profissionais da saúde e educação que muitas vezes não têm habilidade e métodos para interagir de forma efetiva com este público.

 

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