
Caminhos Cruzados
Lucas e Malheiros vieram de mundos diferentes e tinham tudo para não se encontrarem, mas se uniram por uma paixão em comum:
o amor pela contação de histórias.

Sobre o Documentário
O documentário Os Contadores de Histórias, uma parceria da Associação Viva e Deixe Viver e da Tocha Filmes, vai trazer para as telas uma das histórias mais comoventes e inspiradoras sobre humanização hospitalar no Brasil.
Ele conta o encontro entre Lucas Gabriel, um menino da periferia de São Paulo que viveu toda a sua vida em um hospital por conta de uma doença rara, e o Desembargador Antônio Carlos Malheiros, um dos magistrados mais respeitados do país e voluntário da Viva e Deixe Viver.
Um encontro improvável que mudou para sempre suas histórias e mostrou ao mundo a força transformadora da empatia, da amizade e da educação.
Personagens

Lucas Gabriel
Diagnosticado com Síndrome de Pompe, Lucas perdeu todos os movimentos do pescoço para baixo e viveu desde os quatro anos dentro de um hospital. Mesmo assim, aprendeu a ler, sonhou em estudar e conquistar um diploma.

Desembargador Malheiros
Magistrado do TJ-SP, referência em direitos humanos e voluntário da Viva por décadas. Amigo, professor e contador de histórias. Ao lado do fundador Valdir Cimino, tornou possível o impossível: garantir a Lucas o direito de se formar e conquistar seu diploma, mesmo sem sair da cama do hospital.
Produção e equipe

A Associação Viva e Deixe Viver
Fundada em 1997 pelo publicitário Valdir Cimino, a Associação tem mais de 700 voluntários espalhados por hospitais de São Paulo, outras cidades do interior e capitais do país. Reconhecida nacionalmente, a Viva já recebeu mais de 30 prêmios por seu trabalho com crianças e adolescentes hospitalizados.

Tocha Filmes
É uma produtora independente que desde 2012 produz conteúdo para múltiplas plataformas de mídia. Focada em pautas contemporâneas ligadas a uma agenda humana, do socioambiental às humanidades, suas produções provocam reflexão para uma transformação da sociedade e do planeta.

Julia Lordello
É formada em Jornalismo e Publicidade e roteirista e analista de roteiros de ficção e realitys há 20 anos. Estudou com muitos roteiristas do mercado, desde roteiristas brasileiros como Paulo Halm e Adriana Falcão, com quem começou sua carreira e de quem é discípula, até roteiristas do mercado americano como Robert McKee, Marta Kauffman, Joe Cacaci, Scott Buck, entre outros.

Valdir Cimino
É um dos maiores humanistas do país. É Mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia São Paulo. Além disso é formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Valdir foi um dos maiores publicitários do país. Passou por algumas das maiores agências de publicidade como McCann Erickson, Colucci, ALMAP, Norton e na Avanti (House
Agency da C&A).
Como você pode ajudar a contar essa história?
Com este documentário, queremos que a história de Lucas e Malheiros inspire milhares de pessoas e fortaleça a causa da humanização hospitalar no Brasil.
1) Doe qualquer quantia diretamente para a Associação Viva e Deixe Viver através da plataforma Doare:
2) Doe através da lei de incentivo à cultura (Lei Rouanet – desconto em IRRF Pessoa Física ou Jurídica), através de depósito identificado para a produtora Tocha Produções Artísticas LTDA, proponente deste projeto, em parceria com a Viva e Deixe Viver:
Faça o depósito identificado até 31 de dezembro de 2025:
Tocha Produções Artísticas LTDA
Pronac: 2316700
CNPJ: 19.291.237/0001-05
Banco do Brasil (001)
Agência: 1504-0
Conta Corrente: 21.963-0

Envie o comprovante para o email: financeiro@vivaedeixeviver.org.br com os seguintes dados: nome/razão social, CPF/CNPJ, endereço e telefone para receber o Recibo de Mecenato e para poder deduzir do Imposto de Renda 2025/2026. Cada contribuição é um passo para manter viva essa história de amor e inspiração! Esperamos que que essa história possa inspirar milhares de pessoas e fortalecer a causa da humanização hospitalar no Brasil.

Colabore com a Viva e Deixe Viver na produção deste documentário, que valoriza políticas públicas como a Classe Hospitalar (Resolução CNE/CEB nº 2/2001), a Política Nacional de Humanização – HumanizaSUS (Portaria nº 2.418/2003) e a Lei da Brinquedoteca Hospitalar (Lei nº 11.104/2005).
A obra ressalta o direito à educação de crianças em tratamento de saúde, reafirmando a importância do atendimento humanizado e do acesso ao aprendizado como um direito fundamental de toda criança.





